No início do ano de 1976, no dia 12 de Janeiro, estava junto dela quando Agatha o olhou com ternura e murmurou: “Vou ver o meu criador”. Pouco depois, com total serenidade, exalava o seu último suspiro junto do companheiro dos últimos 35 anos.

Ela mesma determinou as palavras do seu túmulo. Pediu-as emprestadas a um poema de Edmund Spencer que adorava desde pequena, A Rainha das Fadas. ” Sono após labuta, porto após os temporais, paz após a guerra, morte após a vida muito bem nos faz.”

Na fotografia: Agatha Christie e Max Mallowan, nos arredores de sua casa em Devon. Reviravoltas inesperadas reconduziram a sua vida na direcção de um futuro mais pleno.

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