Confinamento parte III. Já dizia Baudelaire: que o verdadeiro herói é aquele que se diverte sozinho.
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Não eram jovens. Não eram velhas. Não eram, no sentido habitual, bonitas. Não eram minimamente ferozes. E no entanto, enquanto as contemplava rosto a rosto, calmas, graves, sensatas, desprovidas de medo, obviamente seguras e determinadas, experimentei uma sensação estranha – Charlotte Perkins Gilman | Herland
They let me in. I went right up to the nurseryand climbed into the crib, and assumed the famousfetal position. They didn’t know what to make of it. They stoodby the crib looking down at me. They were young. This was their house. Insteadof an infant, a grown man is in the nursery. Of courseContinuar lendo
Gente que se emociona.
Confinamento Cinéfilo parte II. Sophie Barthes | Madame Bovary (Gustave Flaubert 1856)
Somos todas Emma Bovary.
-Eu penso que há uma dor algures na sala -disse a Sra. Gradgrind -, mas não consigo dizer bem se a tenho. Charles Dickens | Tempos Difíceis
Confinamento Cinéfilo. Elia Suleiman | O paraíso deve ser aqui
É aqui que sentes, camarada, aqui por cima do peito? E queima, não é? Como conheço isso bem! E por que razão vieste? Por que razão não ficas, obstinado e orgulhoso na escuridão, e vens, sim, tomar lugar debaixo de janelas iluminadas para lá das quais há música e o riso da vida? Pois nãoContinuar lendo
E vou-me ao vento que, num tormento, me transporta de cá para lá, como faz à folha morta. Paul Verlaine| Canções de Outono
