Todos os dias são dias de trabalho, são dias de escrita. E isso, só por si, é uma regra. E ao fazê-lo desta maneira descobri como a vida nos apresenta métodos sem que os procuremos. Não tinha uma história, não sabia para onde ia, nem sobre o que ia escrever. Mas a nossa mente dá-nosContinuar lendo
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O amarelo é uma cor terrestre, que não tem grande profundidade. Estriado com azul, adquire, como já vimos, um tom doentio. Comparado aos estados da alma, poderia ser a representação cromática da loucura, não da melancolia ou da hipocondria, mas de acesso de raiva, de delírio, de loucura furiosa. O vermelho, tal como se imagina,Continuar lendo
The most beautiful people we have known are those who have known defeat, known suffering, known struggle, known loss, and have found their way out of the depths. These persons have an appreciation, a sensitivity, and an understanding of life that fills them with compassion, gentleness, and a deep loving concern. Beautiful people do notContinuar lendo
Chega a ter gosto a chuva vista dos cafés caindo sobre as estátuas e a nostalgia chega a ser morna com fumo e álcool na garganta Até os homens passarem junto aos vidros Reais Molhados Sem emoções instruídas Pensando em remédios e prestações grisalhos sem serem velhos e falando sós sem serem loucos António Reis | Poemas Quotidianos, pág. 26, Porto, [1957]
-Se a morte não tivesse sido inventada, nunca teríamos nascido – digo eu aos meus doentes, para os consolar do medo de morrerem. -Como assim?- costumam perguntar. -Muito simples: o mundo teria ficado tão cheio de gente desde há tanto tempo, que a nossa geração nem sequer teria podido nascer…Muito antes de nós, um mundoContinuar lendo
Nestes dias de chuva, existem cores que são proibidas, mas palavras que não se conseguem censurar: Tornamo-nos impermeáveis na solidão: dentro da pele não viaja ninguém; fora da pele ninguém nos vê passar.
