Considerava as palavras do meu amigo enquanto bebia cerveja num bar perto da estação. No calor do bar a roupa fumegava. Gotas de água à volta. Calma solidão sem dor. Havia música. A minha alma conhecia os seus caminhos. A terra era grande. Tudo quanto eu fizesse, cada coisa que me acontecesse, não me tornariamContinuar lendo
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Nestes dias de chuva, existem cores que são proibidas, mas palavras que não se conseguem censurar: Tornamo-nos impermeáveis na solidão: dentro da pele não viaja ninguém; fora da pele ninguém nos vê passar.
