Monsieur Camus, o que é um homem rebelde? -Um homem que diz que não. Albert Camus
Arquivos mensais:janeiro 2021
Hoje acordei muito DFW
Aguardava deitada de costas no sofá a análise de todos os feitos práticos e espirituais deste dia. A vida não é má, se todos os dias se concluíssem no sofá. Olho para cima e planando sobre a minha cabeça, leio no mesmo livro e pela milésima vez aquela célebre frase de Degas “ je voudraisContinuar lendo “Hoje acordei muito DFW”
Há alguns homens misteriosos que só podem ser grandes. Por que o são?Nem eles próprios o sabem. Saberão quem os enviou? Têm na pupila uma visão terrível que nunca os abandona. Viram o oceano como Homero, o Cáucaso como Ésquilo, Roma como Juvenal, o inferno como Dante, o paraíso como Milton, o homem como Shakespeare.Continuar lendo
Sobre o Terrorismo Poético da Negatividade Robert Walser, um homem discreto, burguês e vulgar. Teve vários empregos subalternos – empregado de livraria, secretário de advogado, empregado bancário, operário de fábrica. Walser retirava-se de vez em quando de Zurique para a Câmara de Escrita para Desocupados. Walser também foi parar aos manicómios. Ele dizia que eraContinuar lendo
Confinamento parte III. Já dizia Baudelaire: que o verdadeiro herói é aquele que se diverte sozinho.
Não eram jovens. Não eram velhas. Não eram, no sentido habitual, bonitas. Não eram minimamente ferozes. E no entanto, enquanto as contemplava rosto a rosto, calmas, graves, sensatas, desprovidas de medo, obviamente seguras e determinadas, experimentei uma sensação estranha – Charlotte Perkins Gilman | Herland
They let me in. I went right up to the nurseryand climbed into the crib, and assumed the famousfetal position. They didn’t know what to make of it. They stoodby the crib looking down at me. They were young. This was their house. Insteadof an infant, a grown man is in the nursery. Of courseContinuar lendo
Gente que se emociona.
Confinamento Cinéfilo parte II. Sophie Barthes | Madame Bovary (Gustave Flaubert 1856)
Somos todas Emma Bovary.
