Quando te vi na galeria, soube-o de imediato. De como aquela primeira vez era um reencontro. De como quanto mais olhava para dentro dos teus olhos, mais me via. E foi como se o somatório de todas as dores infligidas e de todos os erros se desvanecessem naquele momento. Hoje sinto mesmo que a realidade de termos voltado a estar juntos, não foi só libertadora como foi também inevitável. É em ti que eu procuro a força suficiente para me levantar todas as manhãs e me impulsionar através dos dias.
Carta a Ele, 23 de Setembro de 2019
